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Trump volta a ameaçar o Irã diante de impasse sobre programa nuclear
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Trump volta a ameaçar o Irã diante de impasse sobre programa nuclear
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer ameaças de uma possível ação militar contra o Irã caso não seja firmado um acordo relacionado ao programa nuclear iraniano.
Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que uma grande força naval norte-americana está se deslocando para a região. Segundo ele, trata-se de uma frota superior à enviada anteriormente para a Venezuela, liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln. O presidente alertou que a operação estaria preparada para agir “com rapidez e força extrema”, se necessário, e que um eventual ataque seria muito mais severo do que as ofensivas realizadas em junho de 2025 contra instalações de enriquecimento de urânio do Irã.
O superporta-aviões USS Abraham Lincoln chegou ao Oriente Médio na segunda-feira (26) e permanece posicionado no Oceano Índico.
Trump intensifica a pressão sobre Teerã para que o país aceite negociar um acordo que, segundo ele, seja justo e equilibrado, excluindo qualquer possibilidade de desenvolvimento de armas nucleares. O presidente norte-americano reforçou o alerta ao afirmar que “o tempo está se esgotando” para o governo iraniano.
A movimentação militar dos Estados Unidos gerou reação da Comissão Europeia. O porta-voz para Assuntos Externos e Política de Segurança, Anouar El Anouni, declarou que a União Europeia vê com preocupação o aumento da presença militar na região e o discurso de intervenção. Segundo ele, uma escalada no Irã pode provocar sérios impactos na estabilidade do Oriente Médio, e a diplomacia deve ser priorizada.
Do lado iraniano, autoridades minimizaram o efeito dissuasório dos navios norte-americanos e afirmaram que qualquer ataque seria respondido com força suficiente para desestabilizar toda a região.
“Trump fala muito, mas deve ter certeza de que haverá resposta no campo de batalha. Se houver agressão, a reação será letal e dissuasiva, e as bases dos Estados Unidos na região estarão entre os principais alvos”, declarou Majid Mousavi, comandante da Força Aérea da Guarda Revolucionária Islâmica.
Israel, por sua vez, também sinalizou que adotará uma postura firme e prometeu reagir de forma decisiva diante de qualquer ataque relacionado ao conflito.
Fonte: Diário de Pernambuco
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