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Trump confirma ação militar e diz que objetivo é conter ameaça nuclear iraniana
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Trump confirma ação militar e diz que objetivo é conter ameaça nuclear iraniana
Segundo Trump, a ofensiva pretende impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear e atingir sua estrutura de produção de mísseis. Ele declarou que a operação pode provocar baixas entre militares dos Estados Unidos. O The New York Times informou que o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, havia alertado o presidente, em reuniões reservadas, sobre o risco de mortos e feridos em caso de confronto direto.
Relatos indicam que explosões foram ouvidas na região central de Teerã na manhã deste sábado, no horário local. As ações envolvem frentes aérea e marítima e ocorrem após semanas de tratativas diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O último encontro entre representantes dos dois países ocorreu na quinta-feira (26), em Genebra, com nova rodada prevista para segunda-feira (1).
Em Israel, as Forças Armadas acionaram sirenes de alerta aéreo em diversas áreas diante da possibilidade de lançamento de mísseis. O governo suspendeu aulas, orientou a população a trabalhar remotamente e fechou o espaço aéreo para voos civis. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou a iniciativa como preventiva. Já a Embaixada dos Estados Unidos no Catar determinou protocolo de confinamento para seus funcionários.
Autoridades informaram que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi deslocado para um local considerado seguro fora da capital. O governo iraniano declarou que responderá a qualquer ofensiva americana e indicou que pode atingir bases dos Estados Unidos no Oriente Médio.
A escalada acontece em meio ao reforço da presença militar americana na região, com o envio dos porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS Gerald R. Ford, além de outros navios de guerra e aeronaves. Paralelamente, o Irã realizou exercícios militares com Rússia e China e intensificou a proteção de suas instalações nucleares.
Washington defende a interrupção do enriquecimento de urânio por parte do Irã, sob a justificativa de impedir a construção de uma bomba nuclear. Teerã sustenta que o programa tem fins pacíficos. Autoridades americanas também buscam limitar o alcance de mísseis balísticos iranianos e encerrar o apoio a grupos armados na região. O governo iraniano sinalizou disposição para restringir o programa nuclear em troca da suspensão de sanções.
Esta é a segunda ação militar dos Estados Unidos contra o Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, estruturas nucleares iranianas já haviam sido bombardeadas em operação conduzida em apoio a Israel.
O episódio ocorre em um contexto de dificuldades econômicas no Irã, agravadas por sanções internacionais. Em 2018, durante o governo Trump, os Estados Unidos deixaram o acordo nuclear firmado em 2015 e restabeleceram medidas restritivas. Em 2025, o rial iraniano acumulou desvalorização de cerca de 50% frente ao dólar, em meio a inflação superior a 40% ao ano.
As tensões entre os dois países remontam à Revolução Islâmica de 1979. Desde então, as relações são marcadas por episódios de hostilidade, incluindo a operação americana que matou o general iraniano Qassem Soleimani, em 2020.
Os Estados Unidos deram início, neste sábado (28), a uma operação militar contra o Irã. A informação foi confirmada pelo presidente Donald Trump, que afirmou que a ação tem como finalidade proteger os cidadãos americanos diante de ameaças atribuídas ao governo iraniano. Um novo pronunciamento do presidente está previsto para ainda hoje.
Segundo Trump, a ofensiva pretende impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear e atingir sua estrutura de produção de mísseis. Ele declarou que a operação pode provocar baixas entre militares dos Estados Unidos. O The New York Times informou que o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, havia alertado o presidente, em reuniões reservadas, sobre o risco de mortos e feridos em caso de confronto direto.
Relatos indicam que explosões foram ouvidas na região central de Teerã na manhã deste sábado, no horário local. As ações envolvem frentes aérea e marítima e ocorrem após semanas de tratativas diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O último encontro entre representantes dos dois países ocorreu na quinta-feira (26), em Genebra, com nova rodada prevista para segunda-feira (1).
Em Israel, as Forças Armadas acionaram sirenes de alerta aéreo em diversas áreas diante da possibilidade de lançamento de mísseis. O governo suspendeu aulas, orientou a população a trabalhar remotamente e fechou o espaço aéreo para voos civis. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou a iniciativa como preventiva. Já a Embaixada dos Estados Unidos no Catar determinou protocolo de confinamento para seus funcionários.
Autoridades informaram que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi deslocado para um local considerado seguro fora da capital. O governo iraniano declarou que responderá a qualquer ofensiva americana e indicou que pode atingir bases dos Estados Unidos no Oriente Médio.
A escalada acontece em meio ao reforço da presença militar americana na região, com o envio dos porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS Gerald R. Ford, além de outros navios de guerra e aeronaves. Paralelamente, o Irã realizou exercícios militares com Rússia e China e intensificou a proteção de suas instalações nucleares.
Washington defende a interrupção do enriquecimento de urânio por parte do Irã, sob a justificativa de impedir a construção de uma bomba nuclear. Teerã sustenta que o programa tem fins pacíficos. Autoridades americanas também buscam limitar o alcance de mísseis balísticos iranianos e encerrar o apoio a grupos armados na região. O governo iraniano sinalizou disposição para restringir o programa nuclear em troca da suspensão de sanções.
Esta é a segunda ação militar dos Estados Unidos contra o Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, estruturas nucleares iranianas já haviam sido bombardeadas em operação conduzida em apoio a Israel.
O episódio ocorre em um contexto de dificuldades econômicas no Irã, agravadas por sanções internacionais. Em 2018, durante o governo Trump, os Estados Unidos deixaram o acordo nuclear firmado em 2015 e restabeleceram medidas restritivas. Em 2025, o rial iraniano acumulou desvalorização de cerca de 50% frente ao dólar, em meio a inflação superior a 40% ao ano.
As tensões entre os dois países remontam à Revolução Islâmica de 1979. Desde então, as relações são marcadas por episódios de hostilidade, incluindo a operação americana que matou o general iraniano Qassem Soleimani, em 2020.
Fonte: G1
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