Trump convida a Rússia para integrar Conselho de Paz

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Trump convida a Rússia para integrar Conselho de Paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, está entre os líderes convidados a integrar o chamado Conselho de Paz, iniciativa criada por sua gestão para tratar de temas ligados à segurança internacional.

A confirmação foi dada pelo próprio Trump durante conversa com a imprensa na Flórida, na segunda-feira (19), ao responder sobre a participação do líder russo no novo organismo. A proposta, segundo a Casa Branca, envolve a adesão de chefes de Estado e de governo convidados diretamente pelo presidente norte-americano.

Além da Rússia, outros países também receberam convite para compor o grupo, entre eles Hungria e Canadá. O estatuto do Conselho estabelece que os membros poderão participar por até três anos, com possibilidade de permanência ampliada mediante contribuição financeira superior a US$ 1 bilhão no primeiro ano.

A China também foi convidada, conforme confirmou o Ministério das Relações Exteriores do país nesta terça-feira (20), sem informar se haverá adesão. O documento fundador prevê que o Conselho será presidido por Trump, que terá autoridade para convocar integrantes, conduzir votações e decidir sobre a continuidade da participação dos países.

Criado inicialmente com foco na reconstrução da Faixa de Gaza, o Conselho de Paz não limita formalmente sua atuação a esse território. O texto que rege o órgão apresenta críticas a estruturas multilaterais tradicionais e defende um modelo considerado mais flexível para a gestão de conflitos.

A proposta, no entanto, encontrou resistência entre aliados dos Estados Unidos. A França informou que não pretende aderir ao Conselho, alegando incompatibilidade com compromissos internacionais assumidos no âmbito das Nações Unidas. O Canadá também indicou que não efetuará pagamento para integrar a iniciativa.

O anúncio ocorre em meio a reiteradas críticas do governo Trump à ONU e à decisão dos Estados Unidos de se retirarem de diversos acordos e organismos internacionais. Representantes das Nações Unidas reforçaram que a organização segue como o principal fórum global para temas relacionados à paz e à segurança.

Fonte: Jornal de Brasília

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Ana

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