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Jovem de 19 anos é preso em Pernambuco suspeito de divulgar fotos íntimas de mulheres
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Jovem de 19 anos é preso em Pernambuco suspeito de divulgar fotos íntimas de mulheres
Uma investigação sobre a divulgação não autorizada de imagens íntimas de mulheres levou à prisão de um homem de 19 anos nesta quinta-feira (8), em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Ele é suspeito de integrar um esquema que publicava esse tipo de conteúdo nas redes sociais e cobrava dinheiro para removê-lo.
A prisão ocorreu durante a Operação Taberna Clausa, conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio das forças policiais de Pernambuco e da Paraíba. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados judiciais: um de prisão e três de busca e apreensão.
Além de Camaragibe, as diligências ocorreram em Olinda, também em Pernambuco, e em Sousa, na Paraíba. Durante a operação, celulares foram apreendidos e serão submetidos à perícia.
De acordo com a investigação, um perfil em uma rede social era utilizado para receber e divulgar fotografias íntimas de mulheres sem consentimento. Após a publicação, eram exigidos pagamentos para que os conteúdos fossem retirados do ar.
Denúncia deu início à investigação
O caso começou a ser investigado em fevereiro de 2026, quando uma mulher residente em Pau dos Ferros, no Oeste do Rio Grande do Norte, procurou a Polícia Civil e denunciou a publicação de imagens íntimas suas no perfil investigado.
Ao longo das apurações, os investigadores encontraram indícios de que outras situações poderiam estar relacionadas à mesma conta. A polícia identificou um padrão de divulgação das imagens seguido de cobranças para a remoção das publicações.
A autoridade policial também solicitou à Justiça a retirada do perfil utilizado para compartilhar o material. A investigação contou com apoio técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
As diligências continuam para identificar possíveis outras vítimas, esclarecer a participação dos envolvidos e reunir provas sobre os fatos investigados.
Fonte: G1
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