Justiça condena seis integrantes de grupo que aplicava golpes em idosos no Sertão

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Justiça condena seis integrantes de grupo que aplicava golpes em idosos no Sertão

De acordo com o processo, a organização era estruturada com divisão de funções e se dedicava à prática de crimes em agências bancárias. As vítimas, em sua maioria idosos, eram abordadas sob o pretexto de auxílio no uso de caixas eletrônicos. Durante a ação, os investigados trocavam os cartões bancários sem que as vítimas percebessem. De posse do cartão original e da senha, realizavam saques e contratavam empréstimos indevidos. Em um dos casos apurados, o prejuízo causado a uma idosa se aproximou de R$ 10 mil.

As investigações contaram com a atuação conjunta do MPPE e das polícias Civil e Militar, o que possibilitou a análise de provas digitais e a identificação da estrutura do grupo.

As penas variam conforme o grau de participação de cada condenado. O apontado como líder recebeu pena superior a oito anos de reclusão. A decisão judicial também determinou o ressarcimento dos danos materiais à vítima.

Segundo o promotor de Justiça Leon Klinsman Farias Ferreira, a condenação é resultado de um trabalho integrado entre os órgãos de investigação e persecução penal, com foco na responsabilização de grupos que atuam contra pessoas em situação de vulnerabilidade.

Seis pessoas acusadas de integrar um esquema de fraudes contra idosos no Sertão Central foram condenadas pela Justiça, após denúncia apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco. A sentença foi proferida pela Vara da Comarca de Serrita e atinge integrantes de um grupo que também atuava nos municípios de Cedro e Parnamirim.

De acordo com o processo, a organização era estruturada com divisão de funções e se dedicava à prática de crimes em agências bancárias. As vítimas, em sua maioria idosos, eram abordadas sob o pretexto de auxílio no uso de caixas eletrônicos. Durante a ação, os investigados trocavam os cartões bancários sem que as vítimas percebessem. De posse do cartão original e da senha, realizavam saques e contratavam empréstimos indevidos. Em um dos casos apurados, o prejuízo causado a uma idosa se aproximou de R$ 10 mil.

As investigações contaram com a atuação conjunta do MPPE e das polícias Civil e Militar, o que possibilitou a análise de provas digitais e a identificação da estrutura do grupo.

As penas variam conforme o grau de participação de cada condenado. O apontado como líder recebeu pena superior a oito anos de reclusão. A decisão judicial também determinou o ressarcimento dos danos materiais à vítima.

Segundo o promotor de Justiça Leon Klinsman Farias Ferreira, a condenação é resultado de um trabalho integrado entre os órgãos de investigação e persecução penal, com foco na responsabilização de grupos que atuam contra pessoas em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Blog do Carlos Britto

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Ana

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