Lula escolhe advogado-geral da Petrobras para comandar o Ministério da Justiça

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Lula escolhe advogado-geral da Petrobras para comandar o Ministério da Justiça

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A definição ocorreu após reunião realizada nesta terça-feira (13), no Palácio do Planalto.

A mudança marca a 15ª alteração na Esplanada dos Ministérios desde o início do atual mandato, em 2023. Wellington César substitui Ricardo Lewandowski, que deixou o cargo no último dia 9, após apresentar carta ao presidente em que citou “limitações políticas, conjunturais e orçamentárias” para a continuidade de sua atuação no governo.

A nomeação foi confirmada pelo próprio presidente em publicação nas redes sociais. O formato definitivo da pasta ainda não foi concluído. A tendência, segundo interlocutores do governo, é manter a atual estrutura, com possibilidade de ajustes internos voltados ao enfrentamento do crime organizado, sem divisão do ministério.

Wellington César era um dos nomes cotados para o cargo, ao lado do ministro da Educação, Camilo Santana, e do ministro interino da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto. Também eram mencionados o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.

A decisão foi tomada em encontro com o presidente na tarde desta terça-feira. Lotado no Rio de Janeiro em função de sua atuação na Petrobras, Wellington foi chamado a Brasília para a conversa final.

A escolha contou com o apoio de integrantes influentes do governo, entre eles o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa, da Casa Civil, e Sidônio Palmeira, da Comunicação Social. Wagner foi apontado como o principal articulador da indicação.

Wellington César já ocupou o cargo de ministro da Justiça por 11 dias, em março de 2016, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. À época, deixou a função após decisão do Supremo Tribunal Federal que o impedia de acumular o cargo no Executivo com a carreira no Ministério Público, optando por permanecer no MP.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Ana

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