Fecombustíveis responde a críticas sobre os preços elevados dos combustíveis

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Fecombustíveis responde a críticas sobre os preços elevados dos combustíveis

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) emitiu uma nota nesta terça-feira (19) para esclarecer as recentes alegações na mídia que atribuem aos postos de combustíveis a culpa pelos altos preços praticados no Brasil. Representando aproximadamente 45 mil estabelecimentos em todo o território nacional, a entidade contestou essas afirmações e enfatizou que a formação dos preços é um processo complexo, influenciado por diversos elementos.

No comunicado, a Fecombustíveis destacou que o preço final dos combustíveis é composto por uma série de tributos, tanto federais quanto estaduais, que impactam diretamente o valor pago pelo consumidor. A federação detalhou que, além dos custos operacionais, existem impostos como o PIS/Cofins, fixado em R$ 0,69 por litro, e a CIDE, que custa R$ 0,10 por litro, além da incidência do ICMS.

A entidade também lembrou que, desde 1º de fevereiro, houve um aumento no ICMS sobre gasolina, diesel, biodiesel e etanol anidro, o que contribuiu para a elevação dos preços. Para a gasolina e o etanol, o reajuste foi de R$ 0,10 por litro, totalizando R$ 1,47. Já para o diesel e biodiesel, o aumento foi de R$ 0,06 por litro, elevando o valor para R$ 1,12.

Diante desse cenário, a Fecombustíveis reiterou que os postos não podem ser considerados os únicos responsáveis pelos preços elevados dos combustíveis, uma vez que esses valores são afetados por tributações e outros fatores do mercado.

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Redação

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