Fiscalização coordenada pelo Inmetro verifica 359 bombas e interdita três postos em Pernambuco

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Fiscalização coordenada pelo Inmetro verifica 359 bombas e interdita três postos em Pernambuco

O Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE) integrou, de 3 a 5 de fevereiro, a Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, voltada à fiscalização de bombas de combustíveis no estado.

Durante a ação, as equipes examinaram 359 bicos injetores para verificar se o volume fornecido ao consumidor correspondia ao registrado no visor das bombas. Do total inspecionado, 55 bicos apresentaram irregularidades. A operação resultou em 29 autuações e na interdição de três postos.

Além da medição do volume abastecido, também foram avaliadas as condições dos componentes de segurança dos equipamentos.

Segundo o presidente do Ipem-PE, Ary Morais, a fiscalização tem como objetivo assegurar o cumprimento das normas e proteger o consumidor. Ele afirmou que a iniciativa busca garantir que o volume pago seja efetivamente entregue e coibir práticas que afetem a concorrência.

A mobilização ocorreu de forma simultânea em oito estados e no Distrito Federal, sob coordenação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o Ipem, fraudes podem ocorrer por meio da instalação de dispositivos eletrônicos irregulares, como placas, chips ou softwares adulterados, que reduzem o volume efetivamente liberado, apesar de o visor indicar quantidade superior.

A Portaria Inmetro nº 227/2022 estabelece tolerância máxima de 0,5%, equivalente a 100 mililitros a cada 20 litros abastecidos. Em situações de fraude, porém, as perdas podem chegar a 25% do volume.

Os estabelecimentos autuados estão sujeitos a multas que podem alcançar R$ 1,5 milhão. Nos casos em que há comprovação de fraude, as bombas devem ser substituídas, conforme determina a Portaria Inmetro nº 170/2025. Também podem ser aplicadas penalidades como apreensão de equipamentos e novas interdições.

Fonte: Petrolina em Destaque

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Ana

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