Pré-candidata bolsonarista acusa entregador de agressão, mas vídeo mostra outra versão

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Pré-candidata bolsonarista acusa entregador de agressão, mas vídeo mostra outra versão

A pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL de Minas Gerais, Renata Vieira, se envolveu em uma confusão com um entregador de móveis na manhã desta quinta-feira (16), no bairro Cabral, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Após o episódio, a pré-candidata afirmou que foi agredida pelo trabalhador. Segundo ela, o entregador teria reconhecido seu posicionamento político e se recusado a concluir a entrega do móvel.

Em nota divulgada por seus advogados, Renata alegou que tentou impedir que a mercadoria fosse levada de volta e acabou sendo agredida.

“Fui vítima de agressão por parte de um entregador de móveis que veio até a minha casa. Ele percebeu quem eu era e começou a me ofender com ataques de cunho político, em razão do meu gênero. Depois partiu para agressão física”, declarou.

No entanto, vídeos gravados por testemunhas mostram outra versão dos fatos. As imagens registram a pré-candidata dando dois tapas no rosto do entregador, arremessando uma pedra em sua direção e, em seguida, segurando a camisa do trabalhador durante a discussão.

Segundo uma fonte ouvida pela imprensa, que preferiu não se identificar, o entregador afirmou que precisaria buscar outro funcionário para ajudá-lo a descarregar um sofá de cinco lugares, já que estava sozinho. Ainda conforme esse relato, a cliente não teria aceitado a espera, dando início ao desentendimento.

Antes do primeiro tapa, as imagens também mostram a pré-candidata criticando a postura do entregador e insinuando que ele estaria descontando frustrações pessoais nela por estar trabalhando naquela função.

Renata Vieira é pastora e disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais pelo Partido Liberal (PL). Em suas redes sociais, ela publica registros ao lado de lideranças da legenda, como o senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Nikolas Ferreira e o deputado federal Marco Feliciano.

Até o momento, não há informações sobre eventual investigação policial ou responsabilização de qualquer uma das partes.

Fonte: Metrópoles

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Ana

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