Vereadores articulam ofensiva para manchar gestão da Prefeita de Jatí

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Vereadores articulam ofensiva para manchar gestão da Prefeita de Jatí

Uma das gestoras mais respeitadas do Cariri, a prefeita reeleita de Jatí, Mônica Mariano, enfrenta uma articulação política que ameaça colocar em risco sua reputação construída com anos de trabalho sério e transparente. Reconhecida por transformar o município com grandes obras, gestão eficiente e uso responsável dos recursos públicos, Mônica agora vê sua trajetória ameaçada por um movimento que carrega as marcas da velha política.

O motivo é um erro contábil sem relevância prática: aonde foi contabilizado enviou à Câmara de Vereadores de R$ 6 mil a mais do que o previsto. Apesar de não haver qualquer indício de irregularidade ou desvio, a falha técnica levou o Tribunal de Contas a encaminhar as contas de 2022 para votação na Câmara. No total, são nove vereadores: cinco da base de Mônica e quatro da oposição. Para aprovar as contas, são necessários seis votos — e os oposicionistas já se articulam para rejeitá-las.

Segundo informações apuradas pelo blog, a movimentação teria como pano de fundo a influência do deputado estadual Guilherme Landim, de Brejo Santo, que temia uma possível candidatura de Mônica a uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026. Pessoas próximas à prefeita afirmam que ela não tem interesse em disputar cargos fora do município no próximo pleito, mas isso não parece conter a ofensiva.

A população, por sua vez, acompanha o cenário com indignação. Mesmo adversários políticos reconhecem a competência e a seriedade da prefeita, e muitos apontam que o que está em jogo é mais do que a aprovação de contas: é a tentativa de apagar uma gestão que elevou o nome de Jatí e promoveu avanços reais na vida de quem mais precisa.

Para críticos da articulação, trata-se de uma manobra pessoal e mesquinha, conduzida por representantes que deveriam trabalhar pelo povo, mas que preferem usar o poder legislativo como ferramenta de retaliação política. A pergunta que ecoa nas ruas é clara: vale a pena jogar contra os interesses do município apenas para manchar a biografia de uma prefeita de mãos limpas?

Procurada pela reportagem, Mônica Mariano optou por não se pronunciar sobre o caso. O desfecho, no entanto, será decisivo para definir se Jatí continuará no caminho do avanço ou se voltará a sucumbir ao atraso da velha política.

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Redação

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