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Petrolina apresenta baixo risco de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
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Petrolina apresenta baixo risco de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
O segundo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2025, realizado pela Prefeitura de Petrolina, revelou uma taxa de infestação de apenas 0,7% no município, o que indica um baixo risco para surtos relacionados a doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. De acordo com informações do Ministério da Saúde, esse índice não coloca a cidade em estado de alerta.
Entretanto, alguns bairros demandam atenção especial devido ao aumento nos registros. As áreas de Novo Tempo, José e Maria e Vila Eduardo foram identificadas como prioritárias. Por outro lado, os bairros João de Deus, N9 e N6 apresentam casos suspeitos que também requerem monitoramento.
Para intensificar as ações preventivas, a Secretaria de Saúde programou a campanha “Sexta sem Aedes”, que ocorrerá nesta semana, no dia 28. O foco será nos bairros que estão em situação de alerta. O bairro Novo Tempo, com um índice de infestação de 2,2%, é considerado em risco considerável. Já o João de Deus se destaca por ter o maior número de notificações relacionadas a doenças transmitidas pelo mosquito, totalizando 15 casos suspeitos.
Atualmente, Petrolina conta com apenas 12 casos confirmados de dengue e dois casos confirmados de Chikungunya, sem registros para Zika. Embora os índices na cidade sejam inferiores aos observados em outras localidades do país, a Prefeitura enfatiza que as medidas preventivas devem ser contínuas e diárias, envolvendo tanto a população quanto as autoridades locais.
A Secretaria de Saúde ressalta a importância da realização semanal de vistorias nas residências. Com apenas 10 minutos dedicados à verificação em locais como caixas d’água, calhas, vasos de plantas e outros recipientes que possam acumular água, é possível evitar a proliferação do mosquito. Com essas iniciativas, o município busca manter o controle da situação e prevenir surtos das doenças dengue, Zika e Chikungunya, garantindo assim a saúde da população e evitando a disseminação do Aedes aegypti.
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